O homem é um terrorista, uma ameaça andante à paz mundial, um descalabro que anda, o tal!
Ainda faltam, enquanto escrevo e o teclado treme sob minhas sôfregas mãos e se enche de lágrimas de tristeza e desespero, ainda faltam, reitero, 36 dias para que ele seja empossado!
Não, paro antes de sugerir que criemos mais um mártir, paro antes de conclamar que uma mão ciosa do destino da civilização ocidental seja levada à espada! Não, não e não!
Obama há de ser combatido como combate Obama... não, convenhamos, deveras outrossim, longe de mim achar que vamos adotar os protocomunisto new-deal, este idealismozinho chinfrim dee tantos americanos arrivistas, recém-empossados de suas cidadanias e de seus pretensos direitos que nada para obter fizeram. Ah, ah! Onde estão os verdadeiros Americanos! Onde!? E aí é que está a minha sugestão!
Change!
Change! Change we can believe in! Combata Obama como Obama sem ser Obama!
Vamos impeachá-lo! Se não for possível, vamos mudar tudo! A América para os americanos! Mudem o sistema, exijam experiência, criem o voto censitário! Imponham um novo governo, um governo que tenha algo a ver com a realidade, e tirem esta impostura de líder do caminho da Casa Branca!
Quero ver aquela expressão cool dele se sustentar depois que colocarem-no no camburão e o levarem pro Carandiru deles!
Tenho que confessar que tenho sonhos com um momento em que Obama, como um OJ Simpson da política, é entrevistado fumando um cigarro, sentado em uma cadeira de bar com uma camiseta suja, dizendo "I could have done it, I really got elected, you know?", usando um shortinho de pedreiro enquanto bate caixa em um boteco de esquina (de preferência com um outro ex-presidente!).
Este post contém a minha contribuição com uma sugestão de uma seqüência de eventos que podem colocar os Estados Unidos no caminho certo novamente:
25 de dezembro de 2008: enfim a sociedade percebe que temeridade está prestes a fazer, e em um destes momentos que engrandecem a civilização ocidental, grandes lideranças permitem que se corrija a grande falha do processo democrático, e concorda-se que Obama precisa passar por um processo de validação. O processo ocorre, e então Obama é informado que tem 24 horas para deixar o país:
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